Sugestões da sessão de Albergaria

– Revisão dos critérios de atribuição de bolsas para que tenha em conta não só o rendimento familiar mas as despesas implicadas com todos os elementos do agregado familiar.
– Redução das propinas.
– Anulação do pagamento de revisão de processo de requerimento de bolsa.
– Oferta de contrato de trabalho part-time para estudantes carenciados – trabalho remunerado.
– Aumento do orçamento para atribuição de bolsas a um maior numero de alunos.
Marta V.

– Ensino gratuito na totalidade
Ângelo C.

– Mais informação relativamente a tudo o que envolva a vida académica, através de palestras nas universidades e não só.
– Envolver mais os alunos na criação dessas mesmas leis.
– Haver mais justiça nos critérios de atribuição de bolsas e cruzar informações para que essa justiça possa ser feita.
Magda S.

– Os papéis/documentos necessários para concorrer a bolsa não demonstram as verdadeiras necessidades das famílias. As decisões são tomadas a nível muito superior e segundo um padrão «muito fechado». Uma sugestão seria haver um acompanhamento a nível local, isto é, que os pedidos de bolsa incluíssem (para além dos documentos já apresentados) uma declaração da Acção Social da Autarquia onde residem. Sendo que essa Autarquia deveria «atestar» segundo diversos parâmetros a «necessidade das pessoas». Claro que isto é complicado passar para a acção, visto que cada vez existe mais pobreza envergonhada e que as próprias Autarquias falham muito neste domínio, mas era uma questão de se tentar.
– Recorrer à base de dados do Banco de Portugal e conhecer a verdadeira situação das famílias.
Ellis Regina N.

– Deveria haver um tempo limite para apresentação dos resultados da bolsa, para que os alunos cuja bolsa seja recusada não tenham que pagar retroactivos.
– O pedido de reavaliação da bolsa não deveria ser pago.
– Os empréstimos bancários, tendo em conta que são para tapar os buracos do sistema, não deveriam ter juros para que os alunos tenham de pagar ainda mais para estudar.
– Deveriam ter quantias mínimas mais baixas e disponíveis em todos os bancos.
Carina F.

– Em vez de recolher inúmeros papéis sobre os rendimentos e despesas do agregado familiar, exigir ao requerente uma certidão do Banco de Portugal; (questão das injustiças).
– Promover a solidariedade familiar.
– Proibir a Banca de estar dentro das faculdades a incentivar o empréstimo a estudantes (endividamento sem trabalho).
– Voluntariado em troca de propinas proibido. Os alunos não devem ser incentivados ao voluntariado desta forma porque acabam por descurar nos estudos.
– O ensino devia ser gratuito e a bolsa é um direito que assiste a qualquer cidadão.
– Segundo a Declaração Universal dos Direitos do Homem, artigo nº 16. Como o Estado tem a responsabilidade para com os cidadãos. Temos contribuintes e os seus descontos devem servir também para estas questões.
Vânia L.

– Antes de se mudar uma lei, muitas vezes tem de se mudar o legislador, ter alguém, não que faça leis (pois isso é fácil), mas sim ter alguém que saiba fazer leis e que esteja dentro da área das mesmas.
– Ideias para leis sei que não faltam, mas acho que se deve, antes de mais, mudar quem as faz.
João A.

– Os alunos que realmente têm necessidades terem direito à bolsa.
Ensino Gratuito!
Andreia S.

– As taxas deveriam ser abolidas
– Quem é detentor do poder, deve utilizá-lo em função da solidariedade. Saber ouvir para perceber e entender os problemas que existem à sua volta.
Maria de Fátima M.

– Deve existir:
Equipas técnicas para certificação “in loco” da situação económico-social das famílias, para uma avaliação mais isenta.
Anónimo

– A lei de atribuição de requisitos mínimos para atribuição de bolsas aos estudantes.
– Valor do salário mínimo.
Joana Q.

– Ensino gratuito para todos com comprovativo de sucesso escolar no final de cada ano lectivo
– Accionar um fundo de garantia para apoio complementar aos estudantes (apoio ao nível da garantia das necessidades básicas + apoio para sucesso escolar) apoio a estudantes com escassos recursos.
Marta G.

– O Ensino Público deve ser gratuito, deve haver alteração na legislação. O Estado deve angariar fundos, na forma de impostos contributivos (como já os temos) para toda a gente ter direito a estudar.
– Caso a bolsa seja recusada, a revisão deve ser gratuita.
Joana B.

– Criar um organismo na própria universidade, mas autónomo e com ligação ao Ministério do Ensino Superior, que identificasse esses problemas e rapidamente os encaminhasse para serem resolvidos. Isto resolveria erros de triagem ou demoras burocráticas. Não me estou a referir aos critérios de atribuição dessas bolsas.
Manuel S.

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