Reflectindo sobre uma boa iniciativa…

Uma Câmara tem um programa de bolsas de acção social. Meritório. Mas esse não seria o papel da Acção Social Escolar no Ensino Superior? O que está a falhar então? E se há estudantes que precisam do apoio porque têm carências, porque se obriga apenas  os mais pobres a fazer trabalho em prol da comunidade? Não deveria isso ser um contributo cidadão para todos, e não uma contrapartida de um apoio social que os que têm menos recursos precisam? Afinal, o que se passa no Ensino Superior?

Aqui fica a notícia..

Bolsas para estudantes do ensino superior com carências económicas – S. João da Madeira

A Câmara de S. João da Madeira atribui este ano 40 bolsas de estudo a alunos que frequentam o ensino superior, um número que corresponde a 25 renovações e 15 novos processos aprovados, anunciou fonte da autarquia.

Os alunos contemplados recebem valores individuais mensais que «oscilam entre os 75 e os 163,70 euros». Estas verbas complementam os apoios estatais recebidos pelos estudantes em causa, através das respectivas instituições de ensino.

«Estando 11 casos pendentes por não se encontrarem ainda concluídos os processos nas universidades, foram 29 os estudantes que – pessoalmente ou através de familiares – receberam as verbas correspondentes aos três primeiros meses de um total de dez. O valor restante será pago mensalmente», referiu a mesma fonte.

As bolsas de estudo atribuídas pelo município são «uma forma de ajudar quem, por carências económicas, poderia ver ameaçada a continuidade do seu percurso formativo».

Os beneficiários comprometem-se, como contrapartida pelo apoio recebido, a disponibilizar-se, durante um período máximo de 15 dias por ano, para realizar trabalho em favor da comunidade local.

O presidente da Câmara Municipal, Castro Almeida, e o vereador João Oliveira procederam à entrega das bolsas, numa cerimónia de decorreu no passado dia 19 no salão nobre da autarquia.

Uma resposta to “Reflectindo sobre uma boa iniciativa…”

  1. Ricardo Amaral Says:

    Se existe alguma situação a rever neste procedimento, é o facto de os mais azarados, nascerem em municípios em que este tipo de apoios não existem e isso sim, é injusto.

    Se o país é o mesmo, porque há-de haver apoios extras consoante o tipo de Administração Local a que a nossa cidade de residência está condenada.

    Saudações Académicas

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